EDU LOBO É O VENCEDOR DO PRÊMIO FCW 2016 DE CULTURA (Foto:Nana Moraes)

Atualizado em: 02/12/2016

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Filho do compositor Fernando Lobo. Estudou acordeon dos 8 aos 14 anos. No Colégio Santo Inácio, onde fez o curso ginasial e o colegial, já fazia composições musicais. Cursou Direito na  PUC Rio, até o 3º ano. Aos 16 anos iniciou seu estudo de violão e teoria musical, com Theo de Barros e Wilma Graça. A partir de 1961 tornou-se parceiro de Vinicius de Moraes e formou um conjunto com Dori Caymmi e Marcos Vale. Participavam de programas de TV e shows. Seu primeiro disco revela o estilo intimista característico da corrente musical bossa nova. Ganhou capa de Vinícius de Moraes. A partir daí assimilou raízes musicais de cunho cultural popular, em fase de conteúdo social. Dedicou-se  também, desde 1963, às composições para peças teatrais. Destaca-se em 1965, Arena conta Zumbi, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, peça musicada por ele. Atinge projeção nacional com suas composições para festivais de música popular brasileira realizados pela TV Excelsior. Distingue-se a composição Arrastão (com Vinícius de Moraes) e Aleluia (com Rui Guerra). Foi contratado pela TV Record para um programa semanal e também participou do II EMPB e do L FIC da TV Globo. No mesmo ano de 1966 excursionou pela Europa com apresentações e gravação de disco na Alemanha. Em 1967 fez um filme na França para televisão e compôs a trilha do filme Valmy de Jean Cherasse. Ainda em 1967 participou do III FMPB com a composiçãoo Ponteio (com Capinam) vencedora. Além de gravar novo disco compôs canções para a peça teatral Marta Saré de Gianfrancesco Guarnieri, estreada em 1969. Em 1969 participa do MIDEM, em Cannes, França.Mudou-se para Los Angeles, USA, por 2 anos, a fim de dedicar-se ao estudo sistemático da música, orquestração com Albert Harris e de música para cinema com Lalo Schiffrin. No período excursionou pelo Japão, gravou novos LPs. Retornou ao Brasil em 1971 para trabalhar como orquestrador e compositor de trilhas musicais; entre elas, a trilha sonora do filme O Barão Otelo no barato de bilhões, de Miguel Borges e orquestrações de músicas em peças teatrais. Em 1974 e 1975 se tornou orquestrador da TV Globo para a trilha musical de 12 programas da série Casos Especiais. Compôs com Vinicius de Moraes a trilha sonora do musical Deus lhe pague de Joracy Camargo. Fez nova turnê pela Alemanha no ano de 1977. Gravou todas as composições para o teatro em produções rigorosas.  Mantém seu vínculo até hoje com as raízes culturais da canção popular, aplicando a sua produção os elementos que a elevam ao nível clássico de aceitação internacional.





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